Faz tempo que não escrevo nada aqui. Não importa. Hoje tive um sonho lúcido. Eu... não me sinto confortável colocando o que aconteceu aqui. Mas a segunda metade, apesar de curta, foi interessante.
Eu estava com um amigo ou amiga, não lembro, e estava noite. Tudo era pouco mais que um breu. Estava muito escuro.
Eu entrei numa casa e tudo também estava muito escuro lá dentro.
Alguma coisa nas sombras me perseguia e eu comecei a correr.
Correr dentro de uma casa escura não é fácil, mas eu consegui entrar em outro cômodo. No momento que passei pela porta, uma criatura preta me atacou e rolamos no chão. Eu consegui me livrar dela e quando olhei para a porta, outra criatura fazendo gritando me atacou e eu acordei.
Diário de Sonhos
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Coisas para fazer... (modificado)
Método: método de LaBerge (continua o mesmo)
Reality Check: olhar, pelo menos 1 vez/hora, para meu anel no anelar direito.
Reality Check: olhar, pelo menos 1 vez/hora, para meu anel no anelar direito.
Sonho 20/05
Tenho que praticar mais a escrita dos sonhos lúcidos aqui no diário (ele não está sendo diário).
Dane-se.
Como no outro sonho que postei, este sonho me parece que teve um início anterior ao que eu lembro, mas vou começar por onde eu lembro (óbvio).
Eu estava na Instituição de Caridade Lar Colméia e fiquei bem solitário por grande parte do tempo. No começo, estava dentro do ginásio vendo outros garotos que moram ou moravam lá jogando futsal.
O ginásio estava exatamente como me lembro dele. Sem nada para pontuar de diferente.
Sai do ginásio. Um flash e eu estava sentado ao lado do escorregador de lá. Várias crianças estavam brincando, descendo e subindo pelo escorregador. Vários eu reconheci e notei que estavam muito mais novos do que atualmente. Eu conversava com alguém que nem sequer eu olhava ou entendia.
Levantei-me e segui pela rua principal do Lar.
No meio do caminho, um flash e eu estava em outro lugar, totalmente diferente.
Eu estava sozinho dentro de um quintal cercado de um prédio. O que eles produziam, se é que produziam algo, eu não fazia ideia.
No lugar das paredes, haviam vários vidros espelhados. Comecei a quebrar, ou tentar quebrar, eles para ver o que tinha dentro (ou foi só por diversão?).
Infelizmente eles eram temperados, também.
Ainda no quintal, havia uma espécie de iglu incompleto feito desses mesmos vidros espelhados. Sempre que passava um carro na rua, eu me escondia dentro desse "iglu" para não ser visto.
Em um momento, um carro entrou e estacionou no quintal.
Nessa hora, mais algumas pessoas (crianças) entraram por não-sei-onde no quintal e, com o carro ali dentro, todos nós fomos esconder-nos nos pingo d'ouros que haviam lá.
O carro era um sedan preto, e saiu mais pessoas do que caberia dentro dele.
Ficamos escondendo-nos das pessoas que ficaram conversando ali mesmo, envolta do carro.
Enfim, quando eles me viram atrás dos pingo d'ouros e me chamaram, as crianças comigo simplesmente desapareceram, eu fiquei em pânico e eu acordei.
Dane-se.
Como no outro sonho que postei, este sonho me parece que teve um início anterior ao que eu lembro, mas vou começar por onde eu lembro (óbvio).
Eu estava na Instituição de Caridade Lar Colméia e fiquei bem solitário por grande parte do tempo. No começo, estava dentro do ginásio vendo outros garotos que moram ou moravam lá jogando futsal.
O ginásio estava exatamente como me lembro dele. Sem nada para pontuar de diferente.
Sai do ginásio. Um flash e eu estava sentado ao lado do escorregador de lá. Várias crianças estavam brincando, descendo e subindo pelo escorregador. Vários eu reconheci e notei que estavam muito mais novos do que atualmente. Eu conversava com alguém que nem sequer eu olhava ou entendia.
Levantei-me e segui pela rua principal do Lar.
No meio do caminho, um flash e eu estava em outro lugar, totalmente diferente.
Eu estava sozinho dentro de um quintal cercado de um prédio. O que eles produziam, se é que produziam algo, eu não fazia ideia.
No lugar das paredes, haviam vários vidros espelhados. Comecei a quebrar, ou tentar quebrar, eles para ver o que tinha dentro (ou foi só por diversão?).
Infelizmente eles eram temperados, também.
Ainda no quintal, havia uma espécie de iglu incompleto feito desses mesmos vidros espelhados. Sempre que passava um carro na rua, eu me escondia dentro desse "iglu" para não ser visto.
Em um momento, um carro entrou e estacionou no quintal.
Nessa hora, mais algumas pessoas (crianças) entraram por não-sei-onde no quintal e, com o carro ali dentro, todos nós fomos esconder-nos nos pingo d'ouros que haviam lá.
O carro era um sedan preto, e saiu mais pessoas do que caberia dentro dele.
Ficamos escondendo-nos das pessoas que ficaram conversando ali mesmo, envolta do carro.
Enfim, quando eles me viram atrás dos pingo d'ouros e me chamaram, as crianças comigo simplesmente desapareceram, eu fiquei em pânico e eu acordei.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Sonho 07/05
Estou certo que sonhei algo antes do começo que me lembro.
Mas como disse, este é o começo que me lembro.
Eu estava na frente de uma casa, conversando com alguns amigos e olhando, rapidamente, para todas as direções, como se estivesse procurando algo.
Estava com receio dos pais do "dono" da casa chegarem e nos pegarem, talvez porque estávamos fazendo algo não muito aceitável para eles.
Me lembro de ter pego a BMX que estava com meu irmão e tentado mandar uma Tailwhip, fracassando, como é na vida real também. O namorado de uma amiga que estava lá prontificou-se a me ensinar como fazer e nós fomos um pouco longe das pessoas para não ter perigo de acertar alguém com a BMX.
Um flash e estou fugindo de alguém, junto com 3 pessoas que não lembrarei quem eram, nem se custar minha vida.
Estávamos praticando Parkour e pulamos nos fundos de uma casa.
No final do terreno, tinha uma queda de 2 metros e meio e ao lado, onde era a parede da casa vizinha, havia algumas rampas para descer.
Eu não sei porquê, mas estava com medo de ir por aquelas rampas, mas como todos os outros foram por ali, me vi descendo por elas também.
Quase fraturei algum osso ("sonhamente" falando) descendo aquela rampa.
Depois de chegar ao final e pisar na grama, acordei.
Mas como disse, este é o começo que me lembro.
Eu estava na frente de uma casa, conversando com alguns amigos e olhando, rapidamente, para todas as direções, como se estivesse procurando algo.
Estava com receio dos pais do "dono" da casa chegarem e nos pegarem, talvez porque estávamos fazendo algo não muito aceitável para eles.
Me lembro de ter pego a BMX que estava com meu irmão e tentado mandar uma Tailwhip, fracassando, como é na vida real também. O namorado de uma amiga que estava lá prontificou-se a me ensinar como fazer e nós fomos um pouco longe das pessoas para não ter perigo de acertar alguém com a BMX.
Um flash e estou fugindo de alguém, junto com 3 pessoas que não lembrarei quem eram, nem se custar minha vida.
Estávamos praticando Parkour e pulamos nos fundos de uma casa.
No final do terreno, tinha uma queda de 2 metros e meio e ao lado, onde era a parede da casa vizinha, havia algumas rampas para descer.
Eu não sei porquê, mas estava com medo de ir por aquelas rampas, mas como todos os outros foram por ali, me vi descendo por elas também.
Quase fraturei algum osso ("sonhamente" falando) descendo aquela rampa.
Depois de chegar ao final e pisar na grama, acordei.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Sonho 04/05
Não lembro muita coisa.
Na verdade, só lembro de estar andando de BMX e tentar mandar uma Manual, logo antes de ter caído.
Na verdade, só lembro de estar andando de BMX e tentar mandar uma Manual, logo antes de ter caído.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Sonho 22/04
No começo que me lembro, eu estava no estúdio para ensaios de teatro da Escola de Arte-Educação.
Parecia menor do que eu o conhecia. Talvez metade do tamanho real.
Não que eu estivesse prestando atenção a isso.
Minha primeira real paixão estava lá, talvez ensaiando algo. Me pareceu uma continuação do filme "Brevidade", da qual eu participei quando cursava Cinema lá.
Ela estava sentada numa espécie de roda malfeita, todos sentados como índios, menos eu e a professora. Eu estava em pé, no canto da sala, com uma cadeira postada a minha frente e ela estava sentada numa cadeira ao lado da primeira.
De repente, a minha PRP levantou-se e sentou na cadeira a minha frente.
Conversava comigo, mas eu nem prestava atenção. Talvez não conseguisse ou talvez ela só estivesse produzindo sons sem sentido com a boca.
Um flash e eu apareço sentado num sofá, na mesma sala, porém um pouco maior, e ao meu lado estava a minha PRP.
Estávamos falando, mas sobre o quê, não lembro.
Mais um flash e eu apareço na minha escola "matando" aula.
Era estranho. A escola estava muito diferente do que a real, salas em lugares diferentes, quadras de futsal com tamanhos diferentes e entradas e saídas em lugares diferentes.
Mas eu sabia, de algum jeito, que aquela era a minha escola atual. Talvez como eu gostaria que ela fosse.
Lembro que eu e alguns amigos pulamos um muro e saímos da escola, mas só lembro depois que voltamos.
Alguns amigos que não estavam mais estudando lá também estavam conosco.
Um flash e eu apareço junto com 2 amigos que estavam comigo dando explicações do que estávamos fazendo "matando" aula. Eu falo que não importasse o que ele fosse fazer, não precisava ligar para meus pais pois estaria completando 18 anos naquele ano e meus pais não queriam mais ser envolvidos com meus problemas na escola.
O professor faz uma cara de "droga, não vou poder atormentar a vida desse moleque" e, mais um flash, estou novamente indo pular o muro com meus colegas, mas dessa vez não pulamos.
Ficamos conversando sobre banalidades perto do muro e passamos pelas janelas de uma sala onde estava começando uma aula de educação física.
Quando a professora sapatona nos viu falou que iria conversar com nós em alguns instantes.
Então corremos para sair da escola pelo portão menor que estava praticamente sempre aberto. Pra isso, tínhamos que passar pela entrada da quadra coberta. Enquanto alguns dos meus amigos simplesmente pularam o muro e saíram da escola, eu e mais alguns tentamos a saída mais difícil. Passando pela entrada da quadra, nos deparamos com a professora de educação física e sua turma me escondi num lugar que antigamente tinha uma caixa d'água e esperei.
Quando a turma dela estava passando, eu me misturei e passei para o portão menor para sair, sem que ela me visse.
Porém, enquanto estava indo, acordei.
Parecia menor do que eu o conhecia. Talvez metade do tamanho real.
Não que eu estivesse prestando atenção a isso.
Minha primeira real paixão estava lá, talvez ensaiando algo. Me pareceu uma continuação do filme "Brevidade", da qual eu participei quando cursava Cinema lá.
Ela estava sentada numa espécie de roda malfeita, todos sentados como índios, menos eu e a professora. Eu estava em pé, no canto da sala, com uma cadeira postada a minha frente e ela estava sentada numa cadeira ao lado da primeira.
De repente, a minha PRP levantou-se e sentou na cadeira a minha frente.
Conversava comigo, mas eu nem prestava atenção. Talvez não conseguisse ou talvez ela só estivesse produzindo sons sem sentido com a boca.
Um flash e eu apareço sentado num sofá, na mesma sala, porém um pouco maior, e ao meu lado estava a minha PRP.
Estávamos falando, mas sobre o quê, não lembro.
Mais um flash e eu apareço na minha escola "matando" aula.
Era estranho. A escola estava muito diferente do que a real, salas em lugares diferentes, quadras de futsal com tamanhos diferentes e entradas e saídas em lugares diferentes.
Mas eu sabia, de algum jeito, que aquela era a minha escola atual. Talvez como eu gostaria que ela fosse.
Lembro que eu e alguns amigos pulamos um muro e saímos da escola, mas só lembro depois que voltamos.
Alguns amigos que não estavam mais estudando lá também estavam conosco.
Um flash e eu apareço junto com 2 amigos que estavam comigo dando explicações do que estávamos fazendo "matando" aula. Eu falo que não importasse o que ele fosse fazer, não precisava ligar para meus pais pois estaria completando 18 anos naquele ano e meus pais não queriam mais ser envolvidos com meus problemas na escola.
O professor faz uma cara de "droga, não vou poder atormentar a vida desse moleque" e, mais um flash, estou novamente indo pular o muro com meus colegas, mas dessa vez não pulamos.
Ficamos conversando sobre banalidades perto do muro e passamos pelas janelas de uma sala onde estava começando uma aula de educação física.
Quando a professora sapatona nos viu falou que iria conversar com nós em alguns instantes.
Então corremos para sair da escola pelo portão menor que estava praticamente sempre aberto. Pra isso, tínhamos que passar pela entrada da quadra coberta. Enquanto alguns dos meus amigos simplesmente pularam o muro e saíram da escola, eu e mais alguns tentamos a saída mais difícil. Passando pela entrada da quadra, nos deparamos com a professora de educação física e sua turma me escondi num lugar que antigamente tinha uma caixa d'água e esperei.
Quando a turma dela estava passando, eu me misturei e passei para o portão menor para sair, sem que ela me visse.
Porém, enquanto estava indo, acordei.
Coisas para fazer...
Método: método de LaBerge (apesar de não ser considerado um método pelo seu criador)
Reality Check: Observar uma moeda de 1 centavo de 1997
Reality Check: Observar uma moeda de 1 centavo de 1997
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